segunda-feira, 14 de março de 2011

SANTA MATILDE OU MATILDA - 14 DE MARÇO

 DIA 14 DE MARÇO







Santa Matilda, viveu de 895 a 968, rainha, mãe de Otto “o grande” e uma beneditina, filha do Conde de Dietrich de Westphalia e Reinhild da Dinamarca.

Algumas vezes chamada de Mathildis ou Mechtildis .

Ela casou-se com Henrique Fowler, filho do Duque Otto da Saxonia em 909 Em 919, Henrique sucedeu ao rei Conrad I no trono Alemão.






Seus filhos foram Otto, o grande e Henrique, e ela os educou quando o seu marido morreu em 936.

 Ela reinou como regente de Otto até ele ser coroado imperador em 962.

Aí entrou para um convento beneditino e fundou vários monastérios em Engerm e Wesfalia e a Abadia de Poehlde.

Matilde é um exemplo de como se pode viver em um mundo de esplendor e alcançar a perfeição religiosa.

Ela ficava freqüentemente reclusa , lendo meditando e no meio da pompa da corte tinha tempo para suas obras de caridade nunca negligenciava seus deveres de cristã, visitando sempre que podia, os pobre e os doentes, e deu suas jóias para ajudar as obras de caridade.

Após a morte de Henrique em 995 ela se dedicou a construir muitas igrejas, casas religiosas, como por exemplo a de Pohlde em Brunswick, onde ela mantinha 3000 monges , Quedlingurg onde ela enterrou o seu marido e Nordhausen para onde se retirou anos mais tarde.

Ela governou o reino no período em que Otto foi para Roma para ser coroado pelo Papa, e que é por muitos considerado como o começo do Sagrado Império Romano.

Diz Santa Matilda com relação a Virgem Maria:

Devemos servir fielmente a essa Rainha . Nas angustias da agonia e nas tentações do desespero que o demônio nos proporcionar, Maria nos fortificará e virá em pessoa , assistir-nos os últimos momentos. E a nossa confiança não nos poderia fazer esperar que Maria nos venha, naquela hora , consolar com a sua presença, se lhe servimos com amor , todo o resto da vida?


Em uma visão a Virgem Maria

Ela prometeu a Santa Matilde que concederia este precioso favor aos que lhe serviam fielmente neste mundo.

Ela morreu no Monastério de Quedlingburg em 14 março.

Suas relíquias estão enterradas em Quedlinburg ao lado do seu marido.

Os beneditinos a veneram com um dos seus. E se ela vivesse hoje diria para nós tirarmos apenas uma hora da nossa televisão para orar e estudar, e ajudar os menos afortunados. Ela dizia que o tempo é a nosso mais precioso dos bens, se usado com sabedoria.






Ela fundou várias Abadias Beneditinas e era muito venerada pela sua generosidade e alem disso ela ensinava os ignorantes, confortava os doentes e visitava os prisioneiros.























A imagem de Santa Matilde traz uma igreja e uma carteira nas mãos, representando a caridade para com os pobres.







Oração: Senhor Jesus, a falta de solidariedade é o grande mal da humanidade. Quantas vezes, Senhor, muito podemos construir ao nos unirmos em prol de um ideal se colocarmos a serviço dos irmãos nossos talentos e aptidões.


Perdoai-nos por nos fecharmos em nós mesmos, por nos preocuparmos somente com o que nos rodeia, nos negando-nos a estender a mão até mesmo àqueles que nos são mais caros.






Perdoai-nos pelo sorriso que não demos, pela mão que não estendemos, pela palavra de consolo e estímulo que não proferimos.






Pelos méritos de Santa Matilde, nobreza de pessoa e de alma, nós Vos rogamos a graça de bem administrarmos os talentos e bens que de nosso Pai Celeste







Oração de Santa Matilde



Chagas de meu Jesus, Vos saúdo. Vos saúdo na Onipotência do Pai que em Vós tem decretado;






Na sabedoria do Filho que em Vós tem sofrido e na bondade do Espírito Santo, que por vosso meio foi redimido o mundo.






Vos recomendo minha alma.






Protegei-me contra os ataques do tentador, na vida e na hora de minha morte. Assim seja.













































































sexta-feira, 11 de março de 2011

SANTAS PERPÉTUA E FELICIDADE - 07 DE MARÇO
















Santa Perpétua e Santa Felicidade foram martirizadas por decapitação no anfiteatro de Cartago no ano 203, na grande perseguição de Séptimo Severo.



Felicidade era serva (escrava) de Perpétua, que se encontrava grávida quando de sua prisão pelas autoridades romanas e deu à luz na própria prisão.

A narração da coragem demonstrada pelas mártires e de seu sacrifício é detalhadamente conservada por confessores da fé cartagineses e por um escritor de sua época.

Desde longa data seu nome foi incluído no Cânon Romano da Igreja Católica e são invocadas tanto na "Ladainha dos Santos" como na "Oração Eucarística I" na parte destinada à "comemoração dos defuntos".

A cripta com o nome de Santa Perpétua foi encontrada há alguns anos nas ruínas da antiga Cartago.









LUGAR DO MARTÍRIO DAS SANTAS
















RELATO DO MARTÍRIO:

No ano de 202, o imperador Severo mandou que aqueles que seguissem sendo cristãos e não quisessem adorar aos deuses romanos deveriam morrer.

 Perpétua estava celebrando uma reunião religiosa em sua casa quando chegou a polícia do imperador e a levou presa, junto com sua escrava Felicidade, e os escravos Revocato, Saturnino e Segundo.

Diz Perpétua em seu diário:

"Nos colocaram no cárcere e fiquei consternada porque nunca havia estado em local tão escuro.

 O calor era insuportável e havia muitas pessoas em um subterrâneo muito estreito.

Parecia que morreria de calor e asfixia, mas sofria muito mais por não poder estar junto de meu filho, que tinha tão poucos meses e muito necessitava de mim.

O que mais pedia a Deus era que nos desse grande virtude para sermos capazes de sofrer e lutar por nossa santa religião".





No dia seguinte chegaram alguns diáconos católicos e deram dinheiro aos carcereiros para que passassem os presos a outra cela, menos sufocante e escura.

Foram levados a um local onde entrava um raio de sol e não ficaram tão incômodos. Também permitiram que levassem o filho de Perpétua, que estava se deixando morrer.

 Ela disse em seu diário:

 "Desde que tive meu filho em minhas mãos, aquele cárcere me pareceu um palácio e sentia-me plena de alegria. E a criança também retomou a alegria e vigor".

As tias e a avó encarregaram-se depois a criança e sua educação.

















 


O chefe do governo de Cártago chamou a juízo Perpétua e seus servidores.

 Na noite anterior Perpétua teve uma visão na qual lhe foi dito que teriam que subir uma escada cheia de sofrimentos, mas que ao final de tão dolorosa subida, o Paraíso Eterno as esperava.

Ela narrou a seus companheiros a visão e todos se entusiasmaram e se propuseram permanecer fiéis à Igreja até o fim.





Primeiro foram chamados os escravos e o diácono. Todos proclamaram ante as autoridades que eram cristãos e preferiam morrer antes que adorar a falsos deuses.





Logo chamaram a Perpétua. O juiz lhe pedia que deixasse a religião de Cristo e passasse a religião pagã, que assim salvaria sua vida.

 E lhe recordava que era mulher muito jovem e de família rica.

Porém Perpétua proclamou que estava decidida a ser fiel a Jesus Cristo até a morte.

 Neste momento, trouxeram seu pai, o único na família que não era cristão, e ajoelhado ele e suplicou que não persistisse em chamar-se cristã, que aceitasse a religião do imperador, que o fizesse por amor a seu pai e seu filhinho.

 Ela se comoveu imensamente, mas terminou dizendo-lhe: "Pai, como se chama este objeto a sua frente?". "Uma bandeja, minha filha.", respondeu ele.

 "Pois bem, a esta bandeja há de chamar-se bandeja, porque é uma bandeja. E sou cristã, não posso me chamar pagã, porque sou cristã e quero sê-lo para sempre."

E acrescentou em seu diário: "Meu pai era o único na família que não se alegrava porque nós seríamos mártires em Cristo".





O juiz decretou que os três homens deveriam ser levados ao circo e ali, em frente à multidão, seriam destroçados por feras no dia da festa do imperador; e que as mulheres seriam amarradas frente a uma vaca furiosa. Porém, havia um inconveniente: Felicidade estava grávida e a lei proibia matar a quem estava por dar à luz.

 E ela desejava ser martirizada por amor a Cristo.

Então os cristãos oraram com fé e Felicidade deu a luz a uma linda menina, que foi confiada as mulheres cristãs, e assim Felicidade pode ser martirizada.

Um carcereiro fazia pouco caso dela, dizendo-lhe: "Agora te queixas das dores do parto, como farás frente às dores do martírio? "

Ela lhe respondeu:

"Agora sou fraca porque sofro por minha natureza. Porém, quando chegar o martírio, me acompanhará a graça de Deus, que me encherá de fortaleza.".





Aos condenados à morte permitia-se fazer uma ceia de despedida. Perpétua e seus companheiros organizaram uma ceia eucarístia.

Dois santos diáconos lhes levaram a comunhão, e depois de orar e animar-se uns aos outros, abraçaram-se e despediram com o ósculo da paz. Todos estavam animados, alegremente bem dispostos a entregarem a vida por proclamar a fé em Jesus Cristo.





Antes de levarem-nos ao circo, os soldados queriam que os homens vestissem como sacerdotes dos falsos deuses e as mulheres como sacerdotisas pagãs.

Porém Perpétua se opôs e ninguém conseguiu lhes vestir aquelas roupas.





Os escravos foram jogados às feras, que os destroçaram e eles derramaram assim valentemente seu sangue por nossa religião.





O Diácono Sáturo conseguiu converter um dos carcereiros, chamado Pudente, ao Cristianismo.

Disse-lhe: "Para que vejas que Cristo é Deus, te anuncio que me colocarão frente a um urso feroz, mas esta fera não me fará nenhum mal."

E assim aconteceu: lhe amarraram e colocaram em frente à jaula de um urso muito agressivo.

 O animal feroz não lhe fez nenhum mal, e ainda deu uma tremenda dentada no seu tratador, que o atiçava contra o santo diácono.

Então soltaram a um leopardo, que com uma dentada destroçou Sáturo.

Quando o diácono estava moribundo, molhou com seu sangue um anel, colocou-o no dedo de Pudente, que então aceitou definitivamente converter-se ao Cristianismo.






















 

A Perpétua e Felicidade amarram com arame, colocaram-nas no centro e soltaram uma vaca bravíssima, que as atacou sem misericórdia.

Perpétua unicamente se preocupava em ir-se cobrindo, com os restos de tecido que sobravam, para que não desse espetáculo por estar desnuda.

Ajeitava os cabelos, para que não parecesse uma pagã chorona.

O povo emocionado, ao ver a valentia das jovens mães, pediu que as retirassem pela porta onde saiam os gladiadores vitoriosos.

Perpétua, então saiu de seu êxtase, e perguntou onde estava a tal vaca que lhes atacaria.





Mas logo após o povo cruel pediu que as trouxessem para lhes cortar a cabeça em frente a todos.

Ao saber desta notícia, as jovens abraçaram-se emocionadas e retornaram a praça.

A Felicidade cortaram a cabeça com um golpe de machado, Porém o verdugo que deveria matar Perpétua estava muito nervosos e errou o primeiro golpe.

 Ela deu um grito de dor, porém posicionou melhor a cabeça para facilitar o trabalho do verdugo e lhe indicou ondeveria atingi-la.

Assim, esta mulher corajosa mostrou até o último instante que morria mártir por sua própria vontade e com toda generosidade.

 
 
 
 
 
 
 
 
CELA DA PRISÃO DE SANTA PÉPETUA E SANTA FELICIDADE






 
LUGAR DO MARTÍRIO DAS SANTAS



 
 
 

quinta-feira, 10 de março de 2011

SANTA ROSA DE VITERBO - 06 DE MARÇO

Santa Rosa da Viterbo OFS (Viterbo, 1233 — 6 de Março de 1252) é uma santa venerada na Igreja Católica.

Virgem da Terceira Ordem Franciscana, canonizada pelo Papa Calisto III em 1457.




 







Índice

1 Biografia

2 Oração






Biografia

Nasceu em uma família humilde de Viterbo.

Afirmam seus biógrafos que desde tenra idade já manifestava experiências místicas.

 Viveu asceticamente e se impunha severas penitências.



Durante a disputa entre o Papa Inocêncio IV e o Imperador Frederico II da Germânia mostrou-se aguerrida defensora da Igreja.



Foi integrada ao martiriológio romano mesmo não tendo chegado a termo ser processo de canonização.













Seu corpo, incorrupto e flexível, está na Igreja de Santa Maria del Poggio, de onde todos os anos na data de 4 de Setembro é carregado em procissão pelas ruas de Viterbo pelos chamados Facchini di Santa Rosa num espetáculo monumental.



É a santa padroeira da Juventude Franciscana.



Santa Rosa de Viterbo foi escolhida para ser a padroeira da Jufra do Brasil, sua festa liturgica é dia 06 de março, o dia de sua morte, mas também pode ser comemorada no dia 04 de setembro, dia do seu translado para o mosteiro de Clarissas de Santa Rosa de Viterbo.

 No dia da festa de Santa Rosa, a Jufra do Brasil, comemora o DNJUFRA (Dia Nacional da Jufra).



Neste ano o dia Nacional da Jufra, no estado de São Paulo será comemorado no dia 04 de setembro.















Santa Rosa viveu na primeira metade do século XIII, em uma época de grande confrontos, de um lado surgia São Francisco de Assis, o irmão menor de todos, de outro o imperador Frederico II, o grande estadista, que governava com mão-de-ferro.

Há um guerra de poderes, em um extremo o poder Espiritual, a Igreja, e de outro o mundo, o Imperador.



Não sabe-se muito bem o ano que Rosa, nasceu, alguns biógrafos situam em 1234 ou 1235.

Mais, provável que tenha nascido em 1236, deduzindo-se, pois, morreu em 1253 com 18 anos incompletos.

Seus pais trabalhavam em um mosteiro de Clarissas perto de sua casa, chamado São Damião.

Desde cedo Rosa recebeu influência da espiritualidade Francisclariana em sua vida.



A medida que ela crescia, aumentava as suas orações. Muitas vezes passava longas horas da noite em contemplação.

Durante o dia procurava os lugares onde poderia ficar em silêncio e entregar-se a oração.

No dia 23 de julho de 1247, foi atacada por uma forte febre.

 Na sua cama de repente ajoelhou-se e balbuciou o nome de Maria, ficou ali por um longo tempo, então levantou e sorriu, estava sem febre.

Contou então que a Virgem lhe apareceu e lhe confiara uma missão: visitar as igrejas de São João Batista, Santa Maria do Oiteiro e São Francisco.

E depois da Missa fosse pedir sua admissão na Ordem da Penitência de São Francisco - hoje chamada de Ordem Franciscana Secular.



No ano de 1247 a cidade de Viterbo, fiel ao Papa, caiu nas mãos do imperador Frederico II.

A cidade estava nas mãos do hereges, negavam a autoridade do Papa, e o poder do Sacerdote de perdoar os pecados e consagrar.

Então em oração Rosa teve uma visão do crucificado e seu coração ardeu em chamas.

Rosa não se conteve, saiu pelas rua para pregar com um crucifixo nas mãos.




















A notícia correu toda cidade, muitos sentiram-se estimulados na fé, e vários hereges se converteram, confundia até os mais preparados.



Devido a sua pregação diária, Rosa representava uma ameaça para as autoridades da cidade, então em 1250 o prefeito assinou uma ordem, condenado Rosa ao exílio, afirmando que ela ocasionava revolta entre o povo.

Rosa e seus pais foram morar em Soriano onde sua fama já havia chegado.

Nessa cidade Rosa se tornou uma verdadeira apostola, onde pregava o Evangelho a todos nas praças.

Na noite de 4 para 5 de dezembro, Rosa recebeu a visita de um anjo, que lhe revelou que o imperador morreria dentro de poucos dias.

No dia 13 de dezembro o imperador Frederico II, faleceu.



Com a morte de Frederico II, o poder do hereges enfraqueceram e Rosa pode retornar a Viterbo, no início de 1252.

Toda região vivia em paz.

 Rosa humildemente pode compreender que Deus a fizera "instrumento de sua paz".



No dia 06 de março de 1252, "sem agonia", Deus a chamou, e a "santinha" morreu...



No dia 25 de novembro de 1252 o Papa Inocêncio IV, por sua Bula "Sic In Sanctis", mandou instaurar oficialmente o processo de canonização de Rosa.



O Papa Inocêncio IV mando exumar o corpo de Rosa no dia 04 de setembro de 1257, e para a surpresa de todos, o corpo foi encontrado intacto, quase como se ela estivesse viva.





















Rosa foi transladada para o mosteiro de Clarissa, chamado depois disso, mosteiro de Santa Rosa.



Depois dessa cerimônia a Santa foi "canonizada" pelo povo.



O Papa Eugênio IV, e principalmente Calixto III, mandaram continuar os trabalhos do Processo de Canonização.

Em 1457 o processo ficou pronto, mas Calixto III, morreu, sem que chegasse a promulgar o decreto de canonização.

Curiosamente, a canonização de Rosa ficou nisso. Nunca foi oficialmente oficializada.. Mas também nunca foi negada pelo Papa e pela Igreja.

Podemos dizer que ela, desde o momento de sua morte, foi canonizada pelo povo.








 

Bento XVI diante do sárcofago de
Santa Rosa de Viterbo 











 
Em setembro de 1929, o Papa Pio XI, declarou Santa Rosa de Viterbo a padroeira da Juventude Feminina da Ação Católica Italiana.

Desde o início da história da Jufra do Brasil, escolheu-se Santa Rosa de Viterbo como sua padroeira.

A Padroeira dos jovens franciscanos seculares.



A mensagem de Santa Rosa continua atual, plenamente válida e urgente: conversão, mudança de vida, fidelidade ao Evangelho e a Igreja, amor e paz.















Oração

Deus, nosso Pai, à medida que nos transcorrem os séculos, vemos com mais clareza a vossa ação no mundo. Na verdade, vós sou um Deus fiel e agis com força e poder dentro da história dos homens, abalados por tantas contradições. Mas vós conduzis vosso povo através dos tempos. Moveis os corações dos homens para que encontrem a paz. E suscitais, segundo as necessidades de cada época, pessoas capazes de ler as entranhas dos tempos, pessoas fortalecidas com as vossas promessas antigas, mas sempre novas.



Por isso, Senhor, hoje nós vos suplicamos humildemente; a exemplo de Santa Rosa, façamos de nossa vida um tempo de conversão, de fidelidade a Deus e de amor à paz.