domingo, 23 de novembro de 2014

SANTO ANDRÉ DUNG-LAC E COMPANHEIROS - MÁRTIRES VIETNAMITAS - 24 DE NOVEMBRO






A evangelização do Vietnã começou no século XVI, através de missionários europeus de diversas ordens e congregações religiosas. 

São quatro séculos de perseguições sangrentas que levaram ao martírio milhares de cristãos massacrados nas montanhas, florestas e em regiões insalubres. Enfim, em todos os lugares onde buscaram refúgio. Foram bispos, sacerdotes e leigos de diversas idades e condições sociais, na maioria pais e mães de família e alguns deles catequistas, seminaristas ou militares.

Hoje, homenageamos um grupo de cento e dezessete mártires vietnamitas, beatificados no ano jubilar de 1900 pelo papa Leão XIII. A maioria viveu e pregou entre os anos 1830 e 1870. 

Dentre eles muito se destacou o padre dominicano André Dung-Lac, tomado como exemplo maior dessas sementes da Igreja Católica vietnamita.









Filho de pais muito pobres, que o confiaram desde pequeno à guarda de um catequista, ordenou-se sacerdote em 1823. Durante seu apostolado, foi cura e missionário em diversas partes do país. Também foi salvo da prisão diversas vezes, graças a resgates pagos pelos fiéis, mas nunca concordou com esse patrocínio.












Uma citação sua mostra claramente o que pensava destes resgates: "Aqueles que morrem pela fé sobem ao céu. Ao contrário, nós que nos escondemos continuamente gastamos dinheiro para fugir dos perseguidores. Seria melhor deixar-nos prender e morrer". 

Finalmente, foi decapitado em 24 de novembro de 1839, em Hanói, Vietnã.









Passada essa fase tenebrosa, veio um período de calma, que durou cerca de setenta anos.

 Os anos de paz permitiram à Igreja que se reorganizasse em numerosas dioceses que reuniam centenas de milhares de fiéis. Mas os martírios recomeçaram com a chegada do comunismo à região.

A partir de 1955, os chineses e os russos aniquilaram todas as instituições religiosas, dispersando os cristãos, prendendo, condenando e matando bispos, padres e fiéis, de maneira arrasadora. 

A única fuga possível era através de embarcações precárias, que sucumbiam nas águas que poderiam significar a liberdade, mas que levavam, invariavelmente, à morte.

Entretanto o evangelho de Cristo permaneceu no coração do povo vietnamita, pois quanto mais perseguido maior se tornou seu fervor cristão, sabendo que o resultado seria um elevadíssimo número de mártires. 

O papa João Paulo II, em 1988, inscreveu esses heróis de Cristo no livro dos santos da Igreja, para serem comemorados juntos e como companheiros de santo André Dung-Lac no dia de sua morte.








ORAÇÃO
Deus, fonte e origem de toda a paternidade, 
que fortalecestes os mártires Santo André e seus Companheiros
 na fidelidade à cruz do vosso Filho até ao derramamento de sangue, 
concedei-nos, por sua intercessão, que, manifestando o vosso amor aos homens nossos irmãos, possamos chamar-nos e ser realmente vossos filhos.
 Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, 
que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
AMÉM

















quarta-feira, 19 de novembro de 2014

SANTA INÊS DE ASSIS - 19 DE NOVEMBRO





Stagnesassisi.jpg


Virgem da Segunda Ordem (1198-1253). Bento XIV, no dia 15 de abril de 1762, concedeu ofício e Missa em sua honra.

Inês era irmã de Clara, mais nova do que ela, nascida em Assis em 1198. 

Em princípios de abril de 1212 foi juntar-se à irmã, que quinze dias antes tinha fugido da casa paterna para abraçar o ideal franciscano e se recolher no mosteiro de Santo Ângelo, nas faldas do Subásio, perto de Assis.





 Os parentes, exasperados com semelhantes gestos, que consideravam um segundo atentado contra o bom nome da família, serviram-se de todos os recursos para tentarem impedi-la de realizar os seus intentos, sem excluírem mesmo a violência física: Inês chegou a ser brutalmente ferida pelo seu tio Monaldo, que teve o atrevimento de violar a clausura e a tranquilidade do mosteiro. 

Porém, nem mesmo a força bruta conseguiu fazer vergar a jovem. 

Foi São Francisco quem sugeriu para a nova consagrada o nome de Inês, porque, pela fortaleza de que dera provas, esta jovem de 15 anos recordava a valentia da mártir romana Santa Inês.

Em 1212 São Francisco trouxe as duas irmãs para São Damião. 



Santa Inês de Assis



Em 1220 Inês foi enviada para Florença, como abadessa do mosteiro de Monticelli, fundado no ano anterior. Mas muitos outros mosteiros de Clarissas se orgulham de ter hospedado a santa. 




Mais tarde regressou a São Damião, onde foi agraciada com uma aparição do Menino Jesus, por isso se representa por vezes Santa Inês com o menino Jesus nos braços. 

Em Assis Inês assistiu à morte da irmã Clara no dia 12 de agosto de 1253.

No coro do pobrezinho convento de São Damião ainda se podem ler os nomes das primeiras companheiras que seguiram as pegadas de Santa Clara e São Francisco pelo caminho da renúncia total e absoluta pobreza. 

São conhecidos nomes de senhoras e jovens de Assis que em São Damião tiveram o seu primeiro ninho: Hortolana, Inês, Beatriz, Pacífica, Benvinda, Cristiana, Amada, Iluminada, Consolada… 

Os três primeiros nomes pertencem a mulheres da família de Santa Clara: Hortolana era a sua mãe, e Inês e Beatriz eram suas irmãs.






Santa Clara, Bem-aventurada Hotolana, e Santa Inês de Assis



Inês foi a primeira a seguir o exemplo da irmã Clara, quinze dias depois dela, pouco depois veio a outra irmã, Beatriz, e por fim a mãe Hortolona. Inês, além de ter sido a primeira, também foi a que mais fielmente seguiu a irmã, vivendo à sua sombra luminosa, sempre delicada e obediente, duma firmeza de caráter excepcional, quase viril, em especial na observância da pobreza. Como superiora foi terna e caridosa, mas inflexível e tenaz.

 Depois do regresso a São Damião, morreu serenamente três meses depois da irmã Santa Clara, a 16 de novembro de 1253, com 55 anos de idade.

Foi enterrada na Igreja de Santa Clara em Assisi, Itália e muitos milagres são  creditados  sua intercessão. Logo seu túmulo se tornou local de peregrinação e vários milagres foram reportados em sua tumba.

Na arte litúrgica da Igreja  ela é representada como uma Clarissa Pobre

(representada pelo habito  cinza ,véu preto com lista branca) segurando um livro ; 2) com Santa Clara; 3) sendo puxada pelos cabelos para fora do convento.





Oração a Santa Inês de Assis

Santa Inês de Assis, tu que soubeste viver a total entrega de tua existência ao Senhor, ensina-nos a descobrir o sentido de uma vida de inteira doação. Tu que viveste o silêncio e a oração, ensina-nos a abrir-nos ao diálogo íntimo com o Senhor. Tu que tiveste especial devoção ao Menino Jesus, ensina-nos a acolher em nossa história a plenitude da encarnação de Deus. Tu que seguiste Jesus Cristo Pobre e Humilde, e foste verdadeira mestra de tuas Irmãs, na humildade e docilidade ao Evangelho, ensina-nos a fazer com coragem o discipulado fiel de Jesus Mestre. Tu que realizaste inúmeras curas de pessoas enfermas, através do sinal da cruz, ensina-nos a confiar infinitamente no poder de Jesus Cristo. Intercede junto de Deus, para que Ele nos atenda em nossas necessidades. E que possamos, um dia, na eternidade reunir-nos contigo no louvor e na ação de graças sem fim. Amém.





Fonte: “Santos Franciscanos para cada dia”, Ed. Porziuncola.
















terça-feira, 18 de novembro de 2014

SÃO ROQUE GONZÁLEZ E COMPANHEIROS - 19 DE NOVEMBRO









São Roque González e seus companheiros Santo Afonso Rodríguez e São João del Castillo foram Jesuítas que deram a vida pela fé, amor e esperança em Jesus Cristo,




  

Roque González nasceu em Assunção do Paraguai, em 1576, e estudou com os Padres Jesuítas, que muito ajudaram-no a desenvolver seus dotes humanos e espirituais.

O coração de Roque González sempre se compadeceu com a realidade dos indígenas oprimidos, por isso ao se formar e ser ordenado Sacerdote do Senhor, aos 22 anos de idade, foi logo trabalhar como padre diocesano numa aldeia carente. 










São Roque, sempre obediente à vontade do Pai do Céu, entrou no noviciado da Companhia de Jesus, com 33 anos, e acompanhado com outros ousados missionários, aceitou a missão de pacificar terríveis indígenas, os guaranis.

São Roque González fez de tudo para ganhar a todos para Cristo, portanto aprendeu além das línguas indígenas, aprofundou-se em técnicas agrícolas, manejo dos bois e vários outros costumes da terra. Os Jesuítas – bem ao contrário do que muitos contam de forma injusta – tinham como meta a salvação das almas, mas também a promoção humana, a qual era e é a consequência lógica de toda completa evangelização.

Como religioso, sua primeira missão foi junto a uma comunidade indígena ao norte de Assunção, onde chamou a atenção para as condições de vida do povo e pelas críticas que fazia à elite espanhola - o que lhe rendeu alguns inimigos.

Certa vez numa dessas reduções que levavam os indígenas para a vida em aldeias bem estruturadas e protegidas dos colonizadores, Roque González com seus companheiros foram atacados, dilacerados e martirizados por índios ferozes fechados ao Evangelho e submissos a um feiticeiro, que matou o corpo mas não a alma destes que, desde 1628, estão na Glória Celeste.






 Pe. Roque Gonzales e Pe. Afonso Rodrigues foram mortos na recém fundada redução de Caaró, no dia 15 de novembro de 1628, e o Pe. João del Castilho dois dias mais tarde, em Assunção do Ijuí. 
Um índio ainda catecúmeno que se opôs aos assassinos também foi trucidado junto aos missionários em Caaró: é Cacique Adauto, que um dia talvez poderá ter seu nome acrescentado aos dos nossos mártires canonizados.




Arma com que assassinaram São Roque





Em Caaró, município de Caibaté, se encontra o principal Santuário de veneração dos Santos Mártires, visitado permanentemente por caravanas de romeiros. Ali se realiza cada ano uma grande romaria, no 3º domingo de novembro.







Relíquia com o coração de São Roque na mesa do altar.


Coração incorrupto de São Roque González










Aos 28 de janeiro de 1934 o Papa Pio XI beatificou os Missionários Mártires, e aos 16 de maio de 1988, em visita ao Paraguai, em Assunção, o Papa João Paulo II os canonizou, isto é, declarou Santos!



Canonização dos Mártires


São Roque González e companheiros mártires, rogai por nós!









ORAÇÃO:


Deus, nosso Pai, o bem-aventurado Roque González e seus companheiros opuseram-se corajosamente à escravidão e à exploração dos índios pelos conquistadores. 
Olhai com bondade para todos os homens que andam como ovelhas sem um pastor que os ame, os procure e os salve.
Será que foram inúteis para nós o vosso sangue e as vossas dores no Calvário? 
Intercedei por nós para que os injustiçados sejam libertos, os pecadores se convertam, os fracos se fortaleçam, os aflitos sejam confortados.
 Vós bem sabeis como é o mundo em que vivemos, como são numerosos os inimigos que nos atacam e sabeis também o quanto somos fracos.
 Olhai com bondade para nós e caminhai conosco.
 Amém.




















segunda-feira, 17 de novembro de 2014

SANTO ODON - ABADE DE CLUNY - INVOCADO PARA CHUVAS - 18 DE NOVEMBRO

St. Odo of Cluny



Odon de Cluny (em latim: Odo Cluniacensis; em francês: Odon) foi o segundo abade de Cluny, responsável por várias reformas no sistema cluniacense no Reino da França e no Reino Itálico. É venerado como santo pela Igreja Católica.

Existe apenas uma única biografia contemporânea sobre ele, a "Vita Odonis" de João de Salerno.

Vida

Odon era filho de um senhor feudal de Déols, perto de Le Mans, e foi educado desde cedo na corte de Guilherme, o Piedoso, duque da Aquitânia. Depois de se juntar à Abadia de São Martinho de Tréveris, estudou em Paris com Remígio de Auxerre.

 Por volta de 909, tornou-se monge, padre e, finalmente, superior da escola da Abadia de Baume, cujo abade, Berno, foi o fundador e primeiro abade da Abadia de Cluny em 910. 



Abadia de Cluny - grande fachada do séc. XIII voltada para o parque








Odon o seguiu levando junto sua biblioteca e tornou-se abade com a morte de Berno em 927.

Autorizado por um privilégio do papa João XI em 931, Odon reformou os mosteiros da Aquitânia, norte da França e Itália. O privilégio deu-lhe poderes para unir diversas abadias sob sua supervisão e para receber em Cluny monges de abadias beneditinas ainda não reformadas. 

Porém, a maior parte dos mosteiros reformados permaneceu independente e diversos se transformaram também em pólos de reforma. Odon se tornou o grande reformador de Cluny, uma abadia que se tornou o modelo de monasticismo por mais de um século e transformou o papel da piedade na vida diária europeia.





Entre 936 e 942, Odon visitou a Itália diversas vezes, fundando em Roma o mosteiro de Nossa Senhora no Aventino e reformando outros tantos conventos, como em Subíaco e Monte Cassino. 

Odon era também, por vezes, encarregado com importantes missões políticas, como, por exemplo, quando a paz foi firmada entre Hugo de Arles e Alberico I de Spoleto.

 Estando em Roma, grave doença fez-lhe pressentir que seu fim estava próximo. Odon pediu então muito a seu patrono, São Martinho, que lhe fosse concedido morrer junto a seu túmulo, tendo este Santo lhe restituído a saúde. Depois dos muitos sofrimentos e fadigas de tão longa viagem em lombo de burro e a pé até Tours, lá chegou no próprio dia da festa de São Martinho.

Santo Odon celebrou a Missa com um fervor extraordinário, oferecendo-se a Deus como vítima imolada à Justiça Divina. Três dias depois, caiu novamente de cama, e começou a preparar seus filhos espirituais para prosseguirem sua obra em meio a lamentações e preces de milhares deles provenientes de várias casas. Assim entregou sua alma de fogo ao Criador.





Cluny

Cluny










Santo Odon selecionara e formara os discípulos na escola que criara. Cluny continuaria por mais de um século a ser dirigida por discípulos que deram origem à famosa série dos "Santos Abades de Cluny". Esta começa por seu sucessor direto, Beato Aimar, substituído por São Maiolo, elevando-se depois Santo Odilon, para culminar com aquele que talvez foi o maior de todos eles: São Hugo, que levou Cluny a seu apogeu.











Nascimento de Odon, fruto da oração paterna

O sábio Abon, pertencente à nobreza militar franca e ligado a muitas das casas reinantes da época, mais nobre ainda pela virtude do que pelo brasão de armas, via os anos escoarem-se sem ter filhos. Numa véspera de Natal, cheio de fervor, suplicou com lágrimas ao Divino Salvador que, pela virtude de Seu nascimento temporal e pela fecundidade de Sua Santa Mãe, tornasse fecunda sua esposa, estéril e já passando à maturidade.

No ano seguinte, 879, seus votos foram ouvidos, dando sua mulher à luz um menino, que recebeu o nome de Odon, que ele se apressou em consagrar a São Martinho de Tours, um dos Santos mais populares da época. Quando Odon atingiu a idade da razão, Abon deu-lhe como preceptor um piedoso sacerdote, que o formou na virtude e no rudimento das letras.

Na puberdade, Odon transformara-se em um belo rapaz, cheio de encanto e boa disposição. O pai, por apego, em vez de cumprir o voto que fizera a São Martinho, destinou-o à carreira das armas, enviando-o para a corte de Foulques II, Conde d’Anjou, e depois para a de Guilherme, o Piedoso, Duque da Aquitânia.

Não é de estranhar que, na vida de corte, o jovem Odon, cada vez mais entusiasmado com caçadas, aprendizado das armas e jogos, fosse deixando seus exercícios de piedade. Mas Deus, que o queria para Si, fazia com que, por mais que procurasse, ele não encontrasse nisso senão desgostos. Ao mesmo tempo, sonhos terríveis -- nos quais via a punição de uma vida tíbia e relaxada -- o aterravam. Angustiado com esse estado de coisas, o adolescente recorreu à Santíssima Virgem: numa noite de Natal suplicou-Lhe instantemente que se apiedasse dele, e o conduzisse pela reta via da santificação.

No dia seguinte, Odon, então com 16 anos, amanheceu com terrível dor de cabeça, incapaz de manter-se de pé. O estranho mal, que durou três anos, foi se agravando de modo a temer-se por sua vida. Foi só então que o pai, assustado e vendo nisso uma punição de São Martinho, narrou ao filho a consagração feita, aconselhando-o a renová-la por si mesmo. Odon o fez, prometendo servir o Santo até o fim da vida. A cura foi instantânea!







Grande músico, Odon compôs 12 antífonas a São Martinho, um hino ao Santíssimo Sacramento, uma antífona a Santa Maria Madalena, tendo escrito também um trabalho teórico sobre música. Conta-se que nas viagens o santo Abade ensinava os pastores a cantar suas antífonas, presenteando-os quando o faziam bem.













Migalhas de pão transformadas em pérolas

Um milagre que ocorreu nessa época evidencia quanto Odon era dileto ao Criador. Segundo os hábitos do mosteiro, era de regra que os monges pegassem toda migalha de pão que sobrasse ao redor do prato e a pusessem na boca antes de terminada a leitura.

Ora, Odon as havia recolhido, mas absorto com o que era lido, não as levara à boca a tempo. Como, pela regra, não podia comê-las nem deixá-las, não sabendo o que fazer, esperou o término da oração de ação de graças, foi ao meio do refeitório e, prosternando-se diante do Abade, acusou sua falta. Como este não entendeu o que dissera, Odon abriu a mão para mostrar-lhe as migalhas. Estas tinham se transformado em pérolas de especial valor, que foram depois empregadas nos ornamentos da igreja.

Com permissão do Abade, Odon foi à casa paterna dar assistência religiosa a seus idosos pais. Falou-lhes com tanta unção do desapego deste mundo, que ambos, apesar da idade, renunciaram a tudo e entraram num mosteiro para terminar seus dias.

À sua volta o monge, apesar de sua relutância, recebeu o sublime Sacramento da Ordem, tornando-se sacerdote eternamente.







Ó Deus, 
pela intercesão de Santo Odon, concedei-nos
perseverar na oração e na prática das virtudes
para alcançarmos um dia a graça da vida eterna.
Por Cristo Senhor nosso.
Amém




Statue of the Blessed Virgin Mary with the Christ Child, from the Abbey of Cluny. Photo by Harmonia Armand.

Imagem da Virgem Maria da abadia de Cluny,