sexta-feira, 13 de abril de 2012

SANTA LIDUÍNA (LIDWINA OU LIDVINA) - PADROEIRA DOS DOENTES INCURÁVEIS -14 DE ABRIL








Lidvina ou Liduína, como costuma ser chamada por nós, nasceu em Schiedan, Holanda, em 1380, numa família humilde e caridosa. 
 
Ainda criança, recolhia alimentos e roupas para os pobres e doentes abandonados.



Até os quinze anos, Liduína era uma menina como todas as demais. 
Porém, no inverno daquele ano, sua vida mudou completamente. Com um grupo de amigos foi patinar no gelo e, em plena descida da montanha, um deles se chocou violentamente contra ela. 
Estava quase morta com a coluna vertebral partida e com lesões internas. Imediatamente, foi levada para casa e colocada sobre a cama, de onde nunca mais saiu, até morrer.



 





 





Depois do trágico acidente, apareceram complicações e outras doenças, numa seqüência muito rápida. 







Apesar dos esforços, os médicos declararam que sua enfermidade não tinha cura e que o tratamento seria inútil, só empobrecendo ainda mais a família.

Os anos se passavam e Liduína não melhorava, nem morria. 
Ficou a um passo do desespero total, quando chegou em seu socorro o padre João Pot, pároco da igreja. 
Com conversas serenas, o sacerdote recordou a ela que:
 "Deus só poda a árvore que mais gosta, para que produza mais frutos; e aos filhos que mais ama, mais os deixa sofrer".
 E pendurou na frente da sua cama um crucifixo. 
Pediu que olhasse para ele e refletisse: se Jesus sofreu tanto, foi porque o sofrimento leva à glória da vida eterna.























Liduína entendeu que sua situação não foi uma fatalidade sem sentido, ao contrário, foi uma benção dada pelo Senhor. 



















Do seu leito, podia colaborar com a redenção, ofertando seu martírio para a salvação das almas. 

E disse ao padre que gostaria de receber um sinal que confirmasse ser esse o seu caminho. E ela o obteve, naquela mesma hora. Na sua fronte apareceu uma resplandecente hóstia eucarística, vista por todos, inclusive pelo padre Pot.

A partir daquele momento, Liduína nunca mais pediu que Deus lhe aliviasse os sofrimentos; pedia, sim, que lhe desse amor para sofrer pela conversão dos pecadores e pela salvação das almas.

 Do seu leito de enferma ela recebeu de Deus o dom da profecia e da cura pela oração aos enfermos

Após doze anos de enfermidade, também começou a ter êxtases espirituais, recebendo mensagens de Deus e da Virgem Maria.

Em 1421, as autoridades civis publicaram um documento atestando que nos últimos sete anos Liduína só se alimentava da sagrada eucaristia e das orações. 
















Sua enfermidade a impossibilitava de comer e de beber, e nada podia explicar tal prodígio. 

Nos últimos sete meses de vida, seu sofrimento foi terrível.

 Ficou reduzida a uma sombra e uma voz que rezava incessantemente. 









No dia 14 de abril de 1433, após a Páscoa, Liduína morreu serena e em paz. 

Ao padre e ao médico que a assistiam, pediu que fizessem de sua casa um hospital para os pobres com doenças incuráveis. E assim foi feito.

Em 1890, o papa Leão XII elevou santa Liduína ao altar e autorizou o seu culto para o dia da sua morte. 

















A igreja de Schiedan, construída em sua homenagem, tornou-se um santuário, muito procurado pelos devotos que a consideram padroeira dos doentes incuráveis.
 











Quando as vagas da tristeza submergem vosso coração, em lugar de desesperardes procurai a misericórdia de Deus, como a criança procura o seio materno.
Palavras de Santa Liduína












Assim podemos começar a narrar a linda história da vida da serva de Deus, Liduína de Schiedam. 
 
Liduína nasceu em Schiedam, pequena cidade da Holanda, em 18 de março de 1380, um Domingo de Ramos. 










 Como um costume dos tempos antigos, a menina foi batizada no mesmo dia, tendo recebido dos pais, Pedro e Petronilia, o nome de Liduína, que significa sofrer largamente, um anúncio da grande missão que teria durante a vida.





 


Liduína era a única mulher entre oito irmãos de uma família pobre, mas humilde e temente a Deus. Seus pais a educaram dentro de um grande amor a Deus e à Igreja e desde cedo se manifestou na menina a devoção a Nossa Senhora.







Conta-se que uma imagem da Virgem seria transportada de Schiedam para outra cidade e sendo muito pesada, os mais robustos marinheiros não a conseguiram embarcar no navio. Todos os que viram esse prodígio perceberam que Deus não queria que a imagem fosse retirada dali. Sendo colocada em uma Igreja, todos os dias a menina Liduína ia visitá-la passando longas horas, o que chegava a afligir sua mãe.

 Um dia, tendo demorado mais que o costume, sua mãe aflita a repreendeu por sua longa ausência e ela disse: “mãezinha, não te zangues, fui saudar Nossa Senhora, ela me sorriu e me saudou também.” Um dos mais belos sinais de predileção e amor que essa jovem já alcançara de Deus e da Virgem Maria



A jovem crescia em estatura e encantadora beleza, o que atraiu muitos pretendentes da região, que procuraram seu pai para pedi-la em casamento. 

Mas a jovem Liduína já possuía no coração o desejo ardente de entregar-se somente a Deus e só a Ele possuir como esposo. O pai, um homem de Deus, percebendo o desejo da filha a respeitou e a jovem temendo sofrer com perseguições dos rapazes faz uma oração a Deus, que seria logo atendida pelo seu Amado. Ela pede que Deus a mande uma doença que a torne tão feia e disforme que faça horror a todos os pretendentes. 
 
E assim, começam a surgir os primeiros espinhos na vida desta flor. Santa Liduína é toda de Jesus e por isso Ele começa a cultivá-la. 

Ela era uma moça jovem, bela, forte e sadia e tudo isso se transforma e ela começa a adquirir doenças que mudam totalmente seu aspecto. 






 



Ela sofre um acidente em que quebra uma das costelas e esse é o início do seu longo calvário e das dores que levaria até o fim da vida.









O martírio do corpo transforma-se em símbolo de amor e entrega a Deus. Como um Cordeiro, ela se entrega em holocausto pelas vítimas dos pecados que assolam a humanidade. A vida dos santos é marcada por essa profunda identificação com a Paixão de Jesus Cristo e Sua dolorosa via sacra e crucificação.
Assim como Jesus, que sofreu o martírio por amor à humanidade e aceitou todos os sofrimentos por expiação dos pecados do mundo inteiro, assim Santa Liduína compartilhou dos sofrimentos do Seu Amado e a eles se entregou de corpo e alma. 
Nenhum dos mais famosos médicos de seu tempo pode explicar a causa das diversas doenças que tomaram o corpo da pobre santa. 







 








Um espetáculo de horrores foi o que se transformou seu corpo, coberto de chagas, de vermes, de feridas que causavam dores horríveis e assim o Corpo de Cristo foi glorificado através dos inúmeros casos de milagres que se realizaram através de sua santa intercessão.




 
Um dos mais célebres médicos de seu tempo afirmou: 

não há médico no mundo que cure esta doença, porque ela é obra de Deus. Deus operará tais maravilhas nesta criatura, que eu daria o peso de ouro pela cabeça dela, para ser pai de semelhante filha."


Deus não dá a seus filhos sofrimentos maiores do que eles possam suportar. 






 







Assim Ele o fez com a santa, que constantemente era consolada pela presença do anjo da guarda e com visões celestiais. 








Mesmo padecendo das mais terríveis dores, Santa Liduína era doce e amável e atendia a todos aqueles que se dirigiam a ela pedindo palavras de consolo e cheios de arrependimento por seus pecados.

Ainda sofrendo as dores do corpo, ainda a ferem as dores da alma, pois perdendo todos os seus entes queridos, o pai, a mãe e alguns parentes próximos, Santa Liduína mergulha na mais profunda aridez na alma e fica sem receber nenhuma consolação. 

Pedindo a Deus que não a abandonasse nem esquecesse, ela recebe a divina consolação de receber em seu leito a imagem da Virgem que, quando criança, ia tantas vezes visitar.
Desse modo, a santa viveu quase quarenta anos sem sair da cama, pois nela viveu sua cruz e seu doce martírio.






 





 Um dia, recebeu a visita do Menino Jesus, da Virgem Maria e dos anjos trazendo consigo os instrumentos da Paixão de Jesus. 




O Menino Jesus se transforma no Cristo Crucificado e transfere a ela os estigmas, sinal do Seu amor às almas que com Ele desejam amar até o sofrimento. 
 
Mas ainda não era tempo de estar com Jesus do Paraíso. 

O reino do Céu é o amor. 

Ora, a alma, antes de ser lançada e vasada no molde do amor, deve ser purificada de toda a escória, no cadinho da dor.
Santa Liduína entendeu que sua missão era sofrer e compreendeu que o sofrimento contribui extraordinariamente para a glória de Deus e para a salvação das almas.

 E esse foi o ardente desejo que inflamou seu coração nos últimos anos de sua vida.

Através dela, muitas pessoas se converteram, foram prodigiosamente curadas e salvas. 

A santa só se alimentava da Sagrada Comunhão e assim viveu durante os 17 últimos anos de sua vida, mesmo sangrando através das feridas do seu corpo, a ausência de água e comida não a prejudicavam, pois se alimentava do Corpo de Cristo. 

E sua vida foi exemplo de paciência e caridade, doando seus poucos bens aos pobres e indigentes, oferecendo tudo que a ela doavam, como sinal de grande virtude e caridade.




 




 Até sua cama deu aos pobres, tendo passado os últimos dias sobre uma tábua coberta de palhas.

Até que chegou o dia em que o inverno da provação passou e a primavera da eternidade aparece e ilumina as terríveis dores de Santa Liduína. 

Jesus a chama: “Vem, esposa minha, já passou o inverno; já se foram as chuvas; eis a primavera. Vem que serás coroada no alto do Sanir e do Hermom”.





 





 Quando a roseira estivesse totalmente florida, chegaria o dia em que Santa Liduína cantaria o aleluia com os anjos no céu.















Durante uma Semana Santa, a 14 de abril de 1433, o seu confessor vai visitá-la para levar a Santa Comunhão e afasta-se durante alguns instantes para ir à Igreja, voltando de lá, encontra Santa Liduína morta. 




 











Durante seu velório, seu corpo se transfigura e todos os sinais de suas feridas desaparecem e seu corpo volta a ter a beleza que tinha durante a mocidade. 

Até mesmo durante o velório, muitos sinais de curas se operam naqueles que foram homenagear tão querida santa. 

Seu sepulcro ainda foi durante muitos anos, lugar de romarias e peregrinações. 

Até que se iniciaram as terríveis perseguições protestantes, e o corpo da Santa foi transportado para o Carmelo de Bruxelas, onde está até hoje.


Algumas relíquias estão em Schiedam, para a visitação dos peregrinos.

















UMA RELÍQUIA DE SANTA LIDUÍNA



 
Em 1890, o Papa Leão XIII elevou santa Liduína ao altar e autorizou o seu culto para o dia da sua morte. 

Pequena flor no clássico país das flores, a Holanda, Santa Liduína é o exemplo daqueles que querem completar em seu corpo as chagas e as dores que faltavam no Corpo de Jesus. 

Assim como Jesus, no Horto das Oliveiras, exclamou ao Pai: “afasta de mim este cálice! Contudo, não se faça o que eu quero, senão o que tu queres.” 

E partilhando desse intenso desejo, Santa Liduína amou, sofreu e viveu para Seu Amado.









 IGREJA DE SANTA LIDUÍNA, EM SHIEDAM, HOLANDA.






 SÃO FRANCISCO, SANTA ANA , COM A VIRGEM E O MENINO
 E AO LADO SANTA LIDUÍNA.
AJOELHADOS ESTÃO OS DEVOTOS DOADORES PATROCINADORES DO QUADRO.











Ó SANTA LIDUÍNA, 
QUE SOFRESTES TERRIVELMENTE DE UMA DOENÇA INCURÁVEL, 
PROSTRADA EM CIMA DE UMA CAMA,
TENDO O CORPO TRANSFORMADO-SE EM FERIDAS HORRÍVEIS!
 NUNCA RECLAMASTES , 
BLASFEMASTES OU MURMURASTES CONTRA DEUS,
MAS TUDO ACEITASTES COMO VONTADE DIVINA 
E CAMINHO PERFEITO PARA A GLÓRIA DO CÉU.
POR ISSO, 
FOSTES GLORIFICADA EM MORTE,
TENDO O CORPO MILAGROSAMENTE SE RESTITUÍDO,
 COMO SINAL DE TUA GLÓRIA NO CÉU.

INTERCEDEI POR NÓS 
PARA QUE AMEMOS JESUS , 
TOMEMOS SUA CRUZ
 E CAMINHEMOS COM ELE PARA A CASA DO PAI.

INTERCEDEI TAMBÉM POR TODOS QUE PADECEM NA DOENÇA,
 OU ESTÃO NOS HOSPITAIS , 
OU PROSTRADOS EM UMA CAMA , 
PARA QUE TENHAM A MESMA CORAGEM E AMOR QUE TIVESTES
 E PROCLAMEM A GLÓRIA DE DEUS,
ACEITANDO AS CRUZES DA VIDA,
POR AMOR A JESUS CRUCIFICADO.

SANTA LIDUÍNA, ORAI POR NÓS!







SANTA LIDUÍNA, 
PROTETORA DOS DOENTES INCURÁVEIS,
 ORAI PELOS ENFERMOS, 
CURAI COM TUA INTERCESSÃO DOENTES, 
CONVERTEI OS PECADORES!





















FONTES:










quarta-feira, 11 de abril de 2012

SÃO ZENO ( ZENON OU ZENÃO) DE VERONA - PROTETOR DOS BEBÊS PARA ANDAR E FALAR, DOS PESCADORES, PADROEIRO DE VERONA - 12 DE ABRIL








Nascido no Norte da África e falecido em Verona no dia 12 de abril de 371.

As festas adicionais em Verona são celebradas no dia 12 de maio –translado de suas relíquias e 6 de dezembro– sua consagração episcopal.






Como em seus sermões, Zeno descrevia como uma testemunha ocular o martírio de São Arcadius,  provavelmente ele nasceu na Mauritânea perto de Algéria em torno de 302 DC.
















Em  8 de dezembro de 362 no reinado de Juliano São Zeno foi consagrado Bispo de Verona, possivelmente pelo Arcebispo Aussenzius de Milão.












Logo após a sua chegada em Verona, ele combateu ferozmente a idolatria que havia se espalhado pela cidade e conseguiu até mesmo reduzi-la nas regiões vizinhas onde o paganismo estava muito mais entrincheirado.

Ele se opôs ao Arianismo e defendeu a eterna geração do Verbo, em íntima união com o Espírito Santo o Filho e o Pai.

Seu sucesso em parte se deve a sua notável capacidade como orador. 









Zeno atraia multidões em seus sermões, 93 dos quais ainda existem, a mais antiga coleção de homilias em Latim que ainda existem.

 De fato, as multidões eram tão massivas que Zeno foi obrigado a construir uma catedral maior. 











Cada Páscoa muitos corações eram convertidos e batizados na nova fé. 

Ele pregava freqüentemente para um grupo de freiras que viviam em um Convento em Milão e ( muito antes de Santo Ambrósio) ele já encorajava as virgens que viviam em casa a se consagrarem. 


Enquanto Zeno tinha a reputação de um pastor muito trabalhador que com o maior zelo construía igrejas, ele é lembrado primeiramente com um escritor eclesiástico especialmente em tópicos como a virgindade de Maria no nascimento do Senhor. 

Seus sermões são de especial interesse para a informação, e fornecem ao ensinamento do Cristianismo, organização, culto, adoração e a vida no 4º século.

 Ele salientava a importância dos sacramentos para vida cristã.  


Para  ele   Batismo era o “Sacramento que de verdade que chama os homens mortos para a vida” .

Embora seus sermões nunca mencionaram a Eucaristia ele indiretamente enfatizava a sua importância ao falar “do precioso pão e o vinho que vem da mesa do Pai ” e advertia ao seu rebanho  que “nunca deviam tomar o Sacrifico sem estar preparado porque oferecer o sacrifico sem preparo era sacrilégio e tomando-o assim era  mortal”. 

São Zeno oferece um conselho prático para a vida cristã. 

Ele nota que a fé na verdade revelada por Deus era necessária, mas importante para a eterna salvação era a caridade.

Muitos detalhes a cerca da vida de Zeno vem de documento medievais.




 



De acordo com estas historias Zeno gostava de pescar no Rio Adige ( o segundo maior da Itália) que percorre Verona e ele tinha sido um pescador antes de ser consagrado. 






Por esta razão ele escolhia viver em grande pobreza e reclusão. 

Pelos seus preceitos e o seu exemplo o povo era liberal nas suas dádivas e as suas casa eram sempre abertas para estrangeiros pobres, às vezes até mesmo desconhecidos e nem chegavam a pedir abrigo. 

Ele os congratulava em não serem avarentos e guardarem alem do necessário e sim ajudarem aos pobres.
 
“Para que ser mais rico que o homem que Deus o tem como devedor? ”

Esta inspiração de caridade provou ser vital quando os Godos conquistaram a vizinhança e tomaram vários cativos. 

O povo de Verona era os que mais ofereciam suas possessões  para resgatar prisioneiros. 
 
Zeno é tido como tendo salvo Pistoia, Itália da inundação criada pela confluência dos rios Arno e Ombrone no que agora é conhecido como o Passo de Gonfolina e doutra feita com narra Gregório o magno,  o milagre que teve lugar dois séculos após a morte de Zeno baseado em testemunhas.

 Em 589 o Rio Adige ameaçou Verona e o povo correu para a igreja de seu padroeiro Zeno. 

As águas pareceriam respeitar as  portas e apesar de estarem muito altas ( elas ficaram  tão altas quanto as janelas) mas as águas não entraram em sua igreja. 

A devoção a São Zeno cresceu por este e outros milagres e no reinado de Pepin, filho de Carlosmagno o Bispo Rotadus de Verona, trasladou as relíquias de Zeno para uma nova  e espaçosa  Catedral. 

Seu corpo hoje está em uma magnífica igreja Romanesca na Itália, a Igreja de São Zeno Magiore em Verona. 








 Potão de entrada para a cripta de São Zeno, em sua Basílica em Verona





Cripta de São Zeno com seus restos mortais.






No “timpanum” sobre a porta oeste está esculpido o santo de pele escura segurando uma vara de pescar enquanto pisa no demônio. 










Tipanum da porta oeste






A tumba de Zeno é grande, uma cripta do 12 º século onde ele foi colocado depois de estar em várias igrejas. 

Na arte litúrgica da Igreja ele  é representado como um Bispo com um peixe ou segurando uma vara de pescar ou segurando o seu báculo.

Ele é invocado como protetor das crianças  para falar e andar, e é o padroeiro de Verona.. 

Sua festa é celebrada no dia 12 de abril.




 

Basílica de São Zeno em Verona, Itália




Interior da Basílica








Altar de São Zeno







Capela de São Zeno




ORAÇÃO A SÃO ZENO DE VERONA

São Zeno de Verona,
 Bispo e servo do Senhor, protetor dos bebês, 
vencedor do demônio,
 que com tua pregação convertestes pecadores, 
expulsastes forças malignas, 
curastes doentes, e protegestes o povo de Verona de uma inundação
 confiado a ti em tua Igreja,
onde apesar da água chegar nas janelas, 
não avançou dentro de templo guardado por teu patrocínio,
 escutai minha oração.

Livrai-me e aos meus dos acidentes, dos desastres,
 doenças e forças malignas. 
Por  tua intercessão,
 alcançai de Deus para mim a sabedoria para reconhecer os desígnios do Senhor e a resignação humilde diante da vontade  divina.

Que eu possa sentir sempre o poder de tua intercessão. 
São Zeno, orai por nós.







São Pedro , São Paulo, São João Evangelista e São Zeno




  Foi dito muitas vezes que Zeno combateu o diabo, 
 e às vezes é descrito pisando em um demônio.   
Outra história conta que ele exorcizou um demônio do corpo da filha do imperador Galieno (embora Zeno provavelmente não viveu durante o reinado de Galieno). 

 A história relata que o Galieno grato permitiu a  Zeno e aos cristãos a liberdade de culto no Império


  Uma história conta que São Zeno
num dia de pesca às margens do Adige, a fim de alimentar-se (em vez de recreação),
 viu um camponês de cruzar o rio em um cavalo e carroça.  
Os cavalos começaram a ficar estranhamente nervosos.  
Zeno
acreditando ser esta a obra do diabo
fez o sinal da cruz
e os cavalos se acalmaram.




Rio Aidge que percorre Verona





 


São Zeno, à esquerda, São João Batista e outra santa.



Fontes: