sexta-feira, 2 de março de 2012

SANTA CUNEGUNDES DE LUXEMBURGO, RAINHA - 03 DE MARÇO









SANTA CUNEGUNDES DE LUXEMBURGO



Existem duas santas: Santa Cunegundes de Luxemburgo, rainha , filha de Sigfredo e Asdvige, festejada no dia 03 de março  e Santa Cunegundes da Polônia, Clarissa, filha do rei Bela IV e de Maria Láskaris, festejada no dia 24 de julho.





A iconografia de Santa Cunegunda , rainha, mostra-a com vestes majestosas e a de Snata cungeunda da Polônia, com as vestes de freira clarissa.


Santa Cunegunda de Luxemburgo (975- 3 de Março de 1040, em Kaufungen), foi a esposa do Imperador São Henrique II. Ela é a Padroeira do Luxemburgo, e a sua festa litúrgica é no dia 3 de Março.



Os seus pais eram Siegfried do Luxemburgo (922 - 15 de Agosto 998) e Edviges de Nordgau (c. 935-992).

Ela era uma descendente de sétima geração de Carlos Magno.

O seu casamento com St. Henrique II foi espiritual, isto é, eles casaram-se com companheirismo religioso e pelo mútuo acordo de não consumarem o seu relacionamento.



Cunegundes era muito activa politicamente. Conforme o assessor mais próximo do seu esposo, ela participou nos Conselhos Imperiais.








Em 1014, St. Cunegunda foi com o esposo para Roma e tornou-se Imperatriz, recebendo, juntamente com Santo Henrique, a Coroa Imperial das mãos do Papa Bento VIII.






Após a morte de St. Henrique em 1024, ela tornou-se regente, juntamente com o seu irmão e entregou a insígnia imperial, quando Conrado II foi eleito para suceder.



Como viúva, St. Cunegunda ficou relativamente pobre, devido à enorme riqueza doada por ela e St. Henrique, em obras de caridade.



Em 1025, exactamente um ano após a morte do esposo, Santa Cunegunda retirou-se para Kaufungen Abadia, num convento beneditino. Ela faleceu em 1040, e foi sepultada na Catedral de Bamberg, perto de seu esposo. Ela foi canonizada pelo Papa Inocêncio III a 29 de Março de 1200.











Santa Cunegundes viveu na realeza. Nasceu no ano 988, era filha de Sigfredo, conde de Luxemburgo e Asdvige, que transmitiu pessoalmente à ela os profundos ensinamentos cristãos. Desde pequena a menina desejava se tornar religiosa.





Porém casou-se com Henrique, duque da Baviera, que era católico e em 1002 se tornou rei da Alemanha. Em 1014 o casal real recebeu a coroa imperial das mãos do Papa Bento VIII, em Roma. Para o povo, foi um tempo de paz e prosperidade. O casal ficou famoso pela felicidade que proporcionava aos seus súditos, o que chamou a atenção dos inimigos do reino e do imperador.


 

Mas também porque a população e a corte diziam que eles haviam feito um "matrimonio de São José", o que equivale viver em união apenas como bons irmãos. Verdade ou não, o fato é que Henrique percebeu que a esposa não podia ter filhos e decidiu ficar com ela, sem usar o direito do repúdio público para dissolver o casamento, como era legítimo na Alemanha e cuja situação era tolerada por Roma.





Mais tarde, os inimigos da corte espalharam uma forte calúnia contra a imperatriz, dizendo que ela havia traído seu marido. A princípio os dois não se importaram, mas os boatos começaram a rondar o próprio palácio e Cunegundes resolveu acabar com a maledicência.



Numa audiência pública, negou a traição e evocou Deus para comprovar que dizia a verdade. Para isso, mandou que colocassem à sua frente grelhas quentes. Rezou, fechou os olhos e pisou descalça sobre elas várias vezes, sem que seus pés se queimassem. Isso bastou para o imperador, a corte e o povo admirar ainda mais a santidade da imperatriz, que vivia trabalhando para atender os pobres e doentes, crianças e idosos abandonados, com suas obras religiosas assistenciais.




Em 1021 o casal imperial fundou um mosteiro beneditino em Kaufungen, em agradecimento à Deus pela cura completa de uma doença grave que Cunegundes havia contraído. Quatro anos depois, quando Henrique faleceu, ela retirou-se para esse mosteiro, abdicando do trono e da fortuna, onde viveu como religiosa por quinze anos.









Ainda hoje o mosteiro possui em seu acervo os riquíssimos e belos paramentos que Cunegundes costurava.

Contudo, ela própria usava somente um hábito muito simples, também feito com as próprias mãos. Com ele trabalhava diariamente e com ele fez questão de ser enterrada, embora suas companheiras tivessem preparado cobertas ricamente bordadas e enfeitadas com jóias preciosas para seu velório.


 
Antes de morrer, no dia 03 de março de 1039, pediu que a enterrassem como uma simples monja e ao lado da sepultura do esposo, na Catedral de Bamberg, que eles também haviam construído.







TUMBA DE SANTO HENRIQUE E SANTA CUNEGUNDES,
 EM BAMBERG .







O local foi palco de numerosos prodígios e graças, por isso seu culto correu entre os fiéis e se propagou por toda a Europa.








O Papa Inocêncio III a canonizou em 1200, autorizando sua festa para o dia de sua morte. Santa Cunegundes é padroeira de Luxemburgo, da Lituânia e da Polônia o que faz com que sua devoção se mantenha ainda muito forte e intensa





 

CONCEDEI-NOS, Ó DEUS ,
A SABEDORIA E O AMOR
QUE INSPIRASTES À VOSSA FILHA SANTA CUNEGUNDES,
PARA QUE, SEGUINDO SEU EXEMPLO DE FIDELIDADE,
NOS DEDIQUEMOS AO VOSSO SERVIÇO,
E VOS AGRADEMOS PELA FÉ E PELAS OBRAS.

POR NOSSO SENHOR JESUS CRISTO,
VOSSO FILHO,
NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO.
AMÉM



File:Saint Kinga.jpg

"QUEM SEMEIA NO ESPÍRITO ,
DO ESPÍRITO, COLHERÁ A VIDA ETERNA."
GL 6,8








HENRIQUE E CUNEGUNDES











SANTA CUNEGUNDES,
 ESPOSA FIEL, EXEMPLO DE CARIDADE, QUE FOSTES IMPERATRIZ HUMILDE E PIEDOSA, ALCANÇAI DO SENHOR, POR VOSSA INTERCESSÃO ,
 QUE SAIBAMOS TRILHAR NOSSOS PASSOS NO CAMINHO DO EVANGELHO
 E ALCANÇAR A GLÓRIA ONDE VIVEIS
COM TODOS OS ANJOS E SANTOS,
LOUVANDO AO DEUS UNO E TRINO SEM CESSAR.
ASSIM SEJA

















Relíquia de Santa Cunegundes







SANTA CUNEGUNDES,
ORAI POR NÓS!








 FONTES:















quinta-feira, 1 de março de 2012

SÃO SIMPLÍCIO PAPA - 02 DE MARÇO









Simplício nasceu em Tivoli. Eleito em 3 de abril de 468, no oitavo ano de seu pontificado ocorreu a queda do Império Romano do Ocidente.

Enfrentou o cisma que ocasionou a fundação das igrejas da Armênia, Síria e Egito.

No auge da controvérsia calcedoniana, Pedro, o Pisoeiro, um dedicado eutiquiano, foi escolhido pelos hereges como bispo de Antioquia, e o também não calcedoniano Pedro Mongo, como bispo de Alexandria.

Simplício conseguiu convencer Acácio, patriarca de Constantinopla, a remover Pedro da sé de Antioquia, mas não teve o apoio para remover Mongo de Alexandria.

 Frente à miséria que se formou para a Igreja em Roma e em Constantinopla, organizou a distribuição das esmolas aos peregrinos e às novas igrejas.



Simplício foi bispo de Roma por quinze anos, onze meses e seis dias, falecendo em 483; ele foi enterrado na Basílica de São Pedro em 2 de março.



Precedido por

Hilário

Papa

47.º Sucedido por

Félix III







São Simplício nasceu na cidade de Tivoli, em data desconhecida, e conduziu a Barca de Pedro entre os anos de 468 a 483, durante um período muito difícil, tanto para a Igreja quanto para o Estado.









Após vários ataques dos povos bárbaros, entre estes, os godos, visigodos, hunos e os vândalos, ao Estado romano, Odoacro, rei dos Hérulos e adepto da heresia ariana, finalmente invadiu a cidade de Roma, pondo fim ao Império Romano do Ocidente e depondo seu Imperador Rômulo Augusto, deportado para uma vila de Nápoles.

 Com a sociedade aterrorizada pelo caos e violência, foi a Santa Igreja, governada por S. Simplício, sendo única autoridade restante, que a socorreu e conduziu neste atribulado período.








Pertencente ao clero romano, S. Simplício foi escolhido para ocupar a Cátedra Petrina após a morte do Papa Hilário.

Tendo grande zelo em seu trabalho pastoral e social na Europa ocidental, não obstante a situação da Igreja durante as desordens do período das grandes migrações (as invasões bárbaras, que muitas vezes não passaram de migrações, sem o uso da violência).

S. Simplício enfrentou também com grande firmeza as heresias do monofisismo, nestorianismo e arianismo, por meio da aplicação dos ensinamentos do Papa São Leão Magno e do Concílio da Calcedônia, que tomou como artigos de fé documentos do referido papa.









O santo também combateu com firmeza o cânon XXVIII deste Concílio, que dava ao Patriarca de Constantinopla supremacia inexistente, que constituía como perigosa inovação.

 Da mesma forma defendeu a independência da Santa Romana Igreja frente ao cesaropapismo, uma tentativa dos monarcas e imperadores de usurpar as competências do Romano Pontífice e da Igreja, por meio da submissão do papado ao poder Imperial/Régio.








Além da proteção à sociedade e da defesa da Santa Doutrina, S. Simplício ainda tornou-se benemérito pela conservação, restauração e construção de Igrejas de grande valor artístico.

Conservou as Basílicas de São Paulo extra muros, São Pedro e São Lourenço, frente a um enorme número de peregrinos que chegavam para venerar as relíquias dos Santos Apóstolos.



 IGREJA DE SANTA BIBIANA



Restaurou as Igrejas de S. Estevão Rotondo e de Santa Bibiana. Construiu quatro novas igrejas em Roma.

 E, por fim, impediu a destruição dos mosaicos pagãos romanos junto à Igreja de S. André. Faleceu no dia 02 março em Roma.









Eis o que diz o Liber Pontificalis a respeito do Papa Sao Simplício:










XLVIIII. SIMPLICIVS (468-483)



Simplicius, natione Tiburtinus, ex patre Castino, sedit ann. XV m. I d. VII. Hic dedicauit basilicam sancti Stephani in Celio monte, in urbe Roma, et basilicam beati apostoli Andreae, iuxta basilicam sanctae Mariae, et aliam basilicam sancti Stephani, iuxta basilicam sancti Laurenti, et aliam basilicam intra urbe Roma, iuxta palatium Licinianum, beatae martyris Bibianae, ubi corpus eius requiescit. Hic constituit ad sanctum Petrum apostolum et ad sanctum Paulum apostolum et ad sanctum Laurentium martyrem ebdomadas ut presbyteri manerent, propter penitentes et baptismum : regio III ad sanctum Laurentium, regio prima ad sanctum Paulum, regio VI uel septima ad sanctum Petrum.









Sub huius episcopatum uenit relatio de Grecia ab Acacio Constantinopolitano episcopo et adfirmauit Petrum, Alexandriae urbis, eutychianistam hereticum, facta petitione ab Acacio episcopo, cyrographo eius constructa. Eodem tempore fuit ecclesia, hoc est prima sedis apostolica, executrix. Tunc Simplicius praesul audiens damnauit Petrum Alexandrinum de quo Acacius innumerabilia crimina adfirmabat, ita tamen ut paenitentiae reseruaret tempus. Eodem tempore rescripsit Timotheus catholicus et Acacius, dicentes quod etiam in mortem Proteri catholici Petrus esset permixtus. Tunc archiepiscopus Simplicius dissimulans numquam rescripsit Acacio, sed damnauit Petrum, expectans tempus paenitentiae.









Hic fecit in ecclesia Roma scyphum aureum, pens. lib. V ; canthara argentea ad beatum Petrum XVI, pens. sing. lib. XII. Hic fecit ordinationes in urbe Roma III per mens. Decemb. et Febr., presbiteros LVIII, diaconos XI ; episcopos per diuersa loca LXXXVIII. Hic sepultus est in basilica beati Petri apostoli, VI non. Martias. Et cessauit episcopatus dies VI.









Em tradução livre:











49. SIMPLÍCIO (468-483)


Simplício, de nacionalidade tiburtina, filho de Castino, ocupou a Sé por 15 anos, 1 mês, e 7 dias. Ele dedicou [construiu] a basílica do sagrado apóstolo André, perto da basílica de Santa Maria, e outra basílica de São Estevão, perto da basílica de São Lourenço, e outra, na cidade de Roma, perto do palácio Liciniano, da santa mártir Bibiana, onde descansa seu corpo. Ele estabeleceu semanas para São Pedro, o Apóstolo, para São Paulo, Apóstolo, e para São Lourenço, mártir, quando sacerdotes deveriam permanecer [nas regiões] para administrar o batismo e a penitência àqueles que os procuravam: por toda a 3ª região, para São Lourenço, pela 1ª região para São Paulo, e pela 6ª e 7ª região para São Pedro.









Durante seu episcopado, um relato foi enviado da Grécia, de Acácio, bispo de Constantinopla, afirmando que Pedro, da cidade de Alexandria, era um herege eutiquianista; e um pedido veio de Acácio, bispo, escrita pela sua própria mão. Naquele tempo a Igreja, que é a primeira Sé Apostólica, agiu. Então Simplício, bispo e cabeça, sabendo disso, condenou Pedro Alexandrino, contra quem Acácio, acusou de inúmeros crimes, mas reservou a ele uma oportunidade de penitência. Em seguida, Timóteo, um católico, e Acácio, escreveram novamente, dizendo que Pedro estava também envolvido na morte de Protério, um católico. Então, o arcebispo Simplício não deu atenção e não respondeu à carta de Acácio, mas condenou Pedro até quando fizesse penitência.







Foi feito para a Igreja Romana: um cálice de ouro; cântaras de prata para Basílica de São Pedro, 16. Fez ordenações na cidade de Roma três vezes pelos meses de dezembro e fevereiro: 58 presbíteros, 11 diáconos e 88 bispos por diversos locais. Foi sepultado na basílica de São Pedro Apóstolo, no dia 2 de março (6º dia antes das Nonas de março). E a Sé ficou vazia por 6 dias.

































DEUS ETERNO E TODO -PODEROSO,
QUISESTES QUE SÃO SIMPLÍCIO GOVERNASSE TODO O POVO , SERVINDO-O PELA PALAVRA E PELO EXEMPLO.
GUARDAI , POR SUAS PRECES, OS PASTORES DE VOSSA IGREJA E AS OVELHAS A ELES CONFIADAS, GUIANDO-OS NO CAMINHO DA SALVAÇÃO ETERNA.
POR NOSSO SENHOR JESUS CRISTO,
VOSSO FILHO,
NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO.
AMÉM

























FONTES:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Papa_Simpl%C3%ADcio
http://www.saopiov.org/2009/03/sao-simplicio.html

SANTA EUDÓXIA, MÁRTIR - 1º DE MARÇO








Santa Eudóxia

Século II




 
Santa Eudóxia nasceu na Samaria, Palestina, mas vivia na cidade de Heliópolis na Fenícia, atual Líbano.








Era uma jovem de extraordinária beleza, cujo ímpeto pagão a fez abandonar a família para levar uma vida de libertina. Teve muitos noivos e admiradores ricos, que vinham de outros países à sua procura. Dessa maneira, enrriqueceu.





Certa vez, pernoitou na casa de um seu vizinho cristão um velho monge, chamado Germano. De madrugada, o monge levantou para fazer suas orações em voz alta, como de hábito, e ler o Evangelho, entoando cânticos ao Senhor. A leitura foi sobre a nova vinda do Redentor e o juízo final. Eudóxia, acordou com aquela voz, que vinha pela parede, da casa ao lado, e ficou escutando. O que ouviu, a impressionou e perturbou o seu espírito.







Bem cedo, foi procurar o homem, que ouvira rezando durante a noite e escutou por muito tempo a orientação do velho monge Germano, sentindo sua alma se encher com a alegria e o amor de Cristo. Ficou isolada com o monge durante vários dias, só ouvindo suas palavras e rezando.








Ela teve uma visão de são Miguel Arcanjo, presenciada pelo monge, confirmando assim seu arrependimento e conversão.









O monge contou ao bispo de Heliópolis, Teodotos, que batizou Eudóxia. Depois, ela doou os seus bens aos pobres, libertou seus escravos e ingressou no convento feminino, próximo da cidade, de onde só saiu para morrer.





Eudóxia viveu muitos anos, consagrando a sua vida inteiramente ao jejum, orações e purificação da alma. Abraçou a fé com tanta certeza que em pouco tempo alcançou a maturidade espiritual, recebendo muitos dons de prodígios.







A tradição diz, que são Miguel Arcanjo, deixou seu dragão para guardar o convento onde Eudóxia estava. A sua fama e os seus prodígios eram tantos que o prefeito pagão Aureliano, mandou alguns soldados ao convento para prendê-la.



Mas, foram impedidos pelo dragão que expelia fogo pela boca à medida que tentavam se aproximar do convento. Depois de três dias desistiram, voltaram e contaram tudo ao prefeito.

 
Irritado, mandou outro grupo liderado por seu filho. Porém o dragão assustou os cavalos e o jovem caiu e morreu na hora.






O prefeito consternado decidiu mandar um tribuno pedir ajuda à santa prodigiosa. Eudóxia lhe respondeu com uma carta, que ao ser colocada em contato com o jovem, ele ressuscitou.



  



Aureliano se converteu e com ele toda a família e os seus magistrados. A filha Gelásia foi envida ao convento, o jovem ressuscitado se tornou diácono e mais tarde, o bispo de Heliópolis.

 

Eudóxia, chegou a ser a superiora do convento. Nesta função, ela concentrou suas forças para auxiliar os pobres, curar os enfermos com seus dons pelas orações, convertendo os pagãos, rezando e jejuando.

Na éoca do imperador Trajano, ela foi denunciada pela disseminação da fé cristã.










Acusada de bruxaria e fraude, sem julgamento Eudóxia foi decapitada em 01 de março de 114.

Santa Eudóxia se tornou digna de ingressar no Reino dos Céus, também pelo testemunho da fé em Cristo.

O seu culto se manteve ao longo dos séculos e foi mantido pela Igreja, no dia de sua morte.





Tropário:


Com a tua sabedoria ataste a tua vida ao amor de Cristo,
viveste esquecendo-se das coisas fúteis,
atraentes e provisórias,
como uma verdadeira discípula de Cristo.
Primeiro, jejuando aniquilaste as paixões,
depois com os teus sofrimentos humilhaste o inimigo.
 Assim Cristo te coroou com uma coroa múltipla,
santa mártir Eudoxia:
para  nós nos livrarmos de enfermidades espirituais
 e recebermos o milagre da graça.






ORAÇÃO A SANTA EUDÓXIA


Santa Mártir Eudóxia...

Das causas misericordiosas...

Das fontes fieis renomadas...

Das grandes forças prodigiosas!

Escuta este pedido que é feito...

Pelo grande amor de Deus!


Santa dos auspícios benditos...

Das provas das piedades divinas!

Pela dedicação da fé fervorosa!

Possa nos livrar dos pecados da terra...

Para sermos felizes na vida eterna...

Quando a voz de Deus nos chamar!


Santa dos milagres da cura...

Das enfermidades carnais...

E dos desesperos espirituais...

No rogo da paz de nos salvar...

Ajuda para sermos fortes, felizes

e cada vez mais amar!


Porque amando podemos cada vez mais sorrir!

Porque sorrindo podemos cada vez mais viver!

Esta viva sintonia com Deus...

Na harmonia de conhecer a luz do sol!

E com o brilho de alcançar o caminho da vida eterna!

Amém!




***Foto do Google***E Campel

Enviado por E Campel em 24/06/2011
DO SITE RECANTO DAS LETRAS






FONTES:
http://www.recantodasletras.com.br/oracoes/3054561
http://www.fatheralexander.org/booklets/portuguese/saints_2_p.htm
http://www.derradeirasgracas.com/3.%20Os%20Santos%20do%20Dia/Santos%20do%20M%C3%AAs%20de%20Mar%C3%A7o/01-03%20Santo%20Albino%20,Santa%20Eud%C3%B3xia%20%20.htm